Mudas do Programa Maranhão Verde será destinada para reflorestamento do Parque Estadual do Bacanga

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Mudas que serão utilizadas no reflorestamento do Parque Estadual Bacanga, pelas famílias participantes do programa Maranhão Verde, terão a qualidade fitossanitária necessária para o bom desenvolvimento na área onde serão plantadas. É o que garante os técnicos da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMA) e da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED).

Os dois órgãos realizaram uma ação de fiscalização das mudas do Programa, que foi instituído pela Lei Estadual nº 10.595 de 2017 é destinado a fomentar e desenvolver projetos voltados para apoio à conservação e recuperação ambiental, envolvendo a participação das famílias beneficiárias, as quais recebem a “Bolsa Maranhão Verde”, como pagamento pelos Serviços Ambientais Prestados (PSAs), conforme seleção através de Edital de Chamamento Público.

As famílias desenvolvem atividades de conservação e recuperação dos recursos naturais, principalmente a produção de mudas e reflorestamento de espécies nativas, em áreas previamente definidas, as quais podem ser: unidades de conservação, territórios ocupados por ribeirinhos, extrativistas e comunidades tradicionais, além de outras áreas definidas como prioritárias por ato do Poder Executivo.

“Todas essas mudas plantadas pelas famílias selecionadas estão sendo cuidadas nos viveiros construídos pelo programa, e serão instrumentos de reflorestamento por todo o Parque Estadual do Bacanga, que tanto já sofreu com a degradação praticada pelo homem”, informou  o secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais, Marcelo Coelho.

A parceria entre os dois órgãos contribui também para a promoção da cidadania, melhoria das condições de vida e elevação da renda da população em situação de extrema pobreza que reside na Unidade de Conservação Estadual do Bacanga. “A AGED entende a importância deste projeto e estará atuando não só nesse momento de fiscalização junto a SEMA, mas sempre que for necessário para garantir que as mudas que serão utilizadas tenham a condição ideal para alcançar bons resultados”, frisou Fabiola Ewerton, presidente da AGED.

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