Ordem de serviço para adequação às normas de acessibilidade na Alema é assinada pelo presidente Othelino

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O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), assinou, nesta segunda-feira (2), a ordem de serviço para a elaboração de estudos e projeto de engenharia e arquitetura de adequação às normas e recomendações técnicas vigentes referentes à acessibilidade do conjunto de edificações da Alema. Na ocasião, foi assinada, ainda, a ordem de serviço para a adaptação, também, da escadaria de acesso principal à sede do Legislativo maranhense seguindo às normas de acessibilidade.

O ato de assinatura contou com a participação do deputado Duarte Jr. (PCdoB); do juiz Douglas de Melo Martins, titular da Vara de Interesses Difusos e Coletivos; representantes do Fórum Maranhense das Entidades de Pessoa com Deficiência; da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MA); diretores da Casa; e engenheiros.

O presidente Othelino destacou que a Alema vive um momento histórico com a assinatura da ordem de serviço para a elaboração do projeto arquitetônico, que vai ampliar as condições de acessibilidade ao Parlamento, garantindo a todos o direito de ir e vir.

Já fizemos várias intervenções e, agora, o projeto arquitetônico para que nós possamos tornar esse processo ainda mais amplo. Também assinamos a ordem de serviço para as intervenções na entrada da Assembleia, onde têm as escadarias para a construção das rampas e vamos chegar até a parada de ônibus para que todos tenham acesso às instalações da Assembleia Legislativa”, garantiu Othelino.

“Neste momento, a Assembleia caminha para ser 100% acessível. Ou seja, é uma nova forma de gerir a coisa pública, que, com certeza, garante os direitos humanos, o direito de ir e vir. Todos nós, enquanto parlamentares, estamos muito felizes por poder testemunhar e colaborar com esse momento e garantir que a Casa do Povo seja, de fato, acessível para todos”, afirmou o deputado Duarte Jr.

Dilson Bessa, representante do Fórum Maranhense das Entidades de Pessoa com Deficiência, declarou que é uma conquista, fruto de muito diálogo e, agora, efetivada. “A acessibilidade não é só a parte arquitetônica. Tem a questão das atitudes, das sinalizações e toda uma atividade que precisa ser desenvolvida, que já havíamos pedido, como o acesso ao Plenário, pois tínhamos uma dificuldade enorme e, agora, tudo isso será contemplado nesse projeto”, assinalou.

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