Aliança na busca de apoiadores no Maranhão

Membros e voluntários do Partido Aliança Pelo Brasil estão correndo contra o tempo para conseguir mais de 400.000 assinaturas de apoio para obter o registro na Justiça Eleitoral e participar das eleições municipais de outubro deste ano. Para isso, voluntários vem realizando ações em todos os estados do Brasil.

No Maranhão, mais intensamente em São Luís e em Imperatriz, estão sendo realizada ações centralizas, como instalação de pontos físicos próximos a cartórios, mobilização nas redes sociais e o recolhimento de assinaturas em empresas e organizações religiosas. “Nossas ações nos cartórios deram início na sexta-feira, no 1° cartório do Anjo da Guarda, tivemos também ações centralizadas segunda (20), na quarta (22) e vamos ter amanhã (24)”, explicou o Coronel de Infantaria do Exército Brasileiro o Edilson José da Costa, um dos voluntários do partido do presidente Jair Bolsonaro.

A meta é atingir 200.000 assinaturas, que apesar de ainda não terem sido conferidas, os voluntários garantem que já estão próximos de atingir a meta. “Não temos dúvida que atingiremos a meta, é o que já se nota nas ações já realizadas”, reforça Coronel Monteiro, um dos coordenadores destas ações do partido no Maranhão.

Segundo Edilson a centralização e contagem das assinaturas recolhidas nos cartórios será feita no final de janeiro. “Nós ainda não centralizamos o recolhimento das fichas de inscrições nos cartórios de todo o estado do Maranhão. Estamos com grupos descentralizados em vários municípios do Maranhão, mas nossas ações principais estão acontecendo em São Luís e Imperatriz. Estaremos fazendo o controle de todas essas fichas no final de janeiro”.

Com as assinaturas recolhidas até o momento, o partido atingiu um dos pré-requisitos exigidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A legislação exige o apoio de eleitores responsáveis por, pelo menos, 0,5% dos votos na última eleição geral para a Câmara dos Deputados — o que perfaz o total de 492 mil. Além disso, é necessário ter o aval de, no mínimo, 0,1% do eleitorado em nove estados.

A desfiliação de membros de outras legendas que desejam apoiar a nova agremiação é outro desafio enfrentado pelos organizadores do Aliança pelo Brasil. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determina que os apoiamentos de eleitores filiados a outros partidos não são válidos. Integrantes da Executiva Nacional Provisória, contudo, criticam algumas siglas que agiriam de forma inconstitucional ao não dar baixa nos pedidos de desligamento.

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