Vereadores exigem menos discurso e mais ação no combate ao Covid-19 em São Luís

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A Câmara Municipal de São Luís realizou, na semana passada (14), mais uma audiência pública remota com o secretário de Saúde do Município, Lula Fylho, com o objetivo de atualizar e informar os vereadores e a população a respeito do cenário da saúde pública no combate ao Novo Coronavírus (Covid-19) na capital maranhense.

Lula Fylho apresentou um balanço do que foi realizado pela Secretária de Saúde desde o dia 24 de março, quando aconteceu a primeira audiência remota, até os primeiros dias deste mês. O vereador Umbelino Júnior contestou as informações repassadas pelo secretário e alegou que recebeu várias denúncias de funcionários por falta de EPIs. De acordo com ele, muitos servidores estão comprando os próprios materiais de proteção.

Sobre a distribuição de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), Lula Fylho garantiu que todos os funcionários recebem máscaras de proteção. Ele também apresentou um balanço da quantidade de EPIs que está no estoque no almoxarifado da Semus.

O vereador Sá Marques sugeriu que o secretário institua uma portaria para orientar os servidores a liberarem o acesso de vereadores a qualquer unidade de saúde. Pediu que os servidores que forem afastados por conta do Covid-19 façam exames. Questionou para onde foram os respiradores e tomógrafos.

Chaguinha também se manifestou, em sua rede social, dizendo que a reunião não foi concluída, porque houve uma queda na internet e também por conta de uma “discurso acirrado que não se chegou a definição do que se queria”. Na ocasião, o vereador indagou perguntando “De quem é a responsabilidade de combater o Corona Vírus na ponta”, se referindo a prefeitura ou governador do estado, o que deu origem ao debate que acabou na queda de transmissão da internet.

Chaguinha questiona as medidas que estão sendo adotadas na fase inicial da pessoa contaminada, pois ele acredita que as Upa´s devem realizar o protocolo de fazer o exame rápido, constatado positivo, o paciente recebe logo os medicamentos para tomar em casa. “Agora você não faz o teste e manda o paciente para casa sem o medicamento, o que vai acontecer? Ela vai passar para a segunda fase, cujo tratamento é muito pior”.

Ficou acertado na sessão interrompida que a Secretaria de Saúde vai apresentar um relatório sobre o uso de EPIs e recursos investidos. A audiência foi dirigida pelo presidente da Casa, vereador Osmar Filho (PDT), e contou com as participações dos vereadores Raimundo Penha (PDT), Pavão Filho (PDT), Umbelino Júnior (PRTB), Astro de Ogum (PCdoB), Genival Alves (Republicanos), Chico Carvalho (PSL), Francisco Chaguinhas (Podemos), Dr. Gutemberg (PSC), Ivaldo Rodrigues (PDT), Cezar Bombeiro (PSD), Josué Pinheiro (DEM), Joãozinho Freitas (PTB), Estevão Aragão (DEM), Marcelo Poeta (PCdoB), Silvino (PMB), Sá Marques (Podemos), Dr. Ubirajara (PSL), Honorato (PT), Fátima Araújo (PCdoB), Paulo Victor (PCdoB), Concita Pinto (PCdoB) e Nato Júnior (PDT).

 

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