Indústrias do Maranhão se unem contra a covid-19

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Como forma de suprir a demanda por produtos que estão em falta no mercado e ajudar o sistema de saúde, quatro grandes companhias do estado se uniram para produzir e engarrafar álcool. Enquanto a empresa sucroalcooleira AgroSerra, de Balsas, produz o álcool a 70%, a FC Oliveira, que produz itens de higiene, embala o produto em recipientes de um litro. As garrafas PET foram doadas pela Solar Coca-Cola, franqueada maranhense da gigante de bebidas.

Fabio Acerbi, diretor de Relações Externas da Solar Coca-Cola, conta que a empresa se empenhou em doações de produtos, em parceria com a Secretaria de Indústria e Comércio do Maranhão. “Essa parceria com a secretaria, por exemplo, já viabilizou um primeiro apoio com cerca de 1.500 cestas básicas fornecidas pela Solar, mais de 100 mil garrafas para envase de álcool líquido e também fizemos doação de mais de 30 mil bebidas, como sucos, bebidas à base de soja e bebidas lácteas”, enumera.

Outra empresa maranhense de bebidas, a Psiu, doou 45 mil litros de álcool 70% a hospitais da rede pública. São mais de 85 mil garrafas pet de 500 ml que serão distribuídas para unidades que atendem e tratam pacientes com covid-19. O superintendente regional do SESI/MA, Diogo Lima, ressalta que a instituição também tem ajudado a diminuir o risco de propagação do coronavírus dentro das próprias indústrias.

“Nossas unidades móveis estão, por exemplo, na Alumar, uma indústria fabricante de alumínio, situada em São Luís, em que ajudamos tantos funcionários da empresa como os terceirizados em triagem e monitoramento de todo esse corpo laboral ao longo do dia de trabalho. Buscamos identificar sintomas e avaliar a saúde no trabalho de todos esses funcionários de modo a mitigar qualquer tipo de risco a exposição ao covid-19”, indica Lima.

A indústria maranhense também está empenhada em evitar que hospitais fiquem sem respiradores para atender aos pacientes. A Eneva, empresa de energia, doou 25 aparelhos a hospitais do Maranhão, Ceará, Roraima, Amazonas e Rio de Janeiro. Já a mineradora Aurizona, do município de Godofredo Viana, instalou um ponto de testagem na entrada da cidade e contratou quatro técnicas de enfermagem para trabalhar no posto de monitoramento.

 

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