Um maranhense à frente da crise no combate a pandemia no DF

francisco araujo

O maranhense e então secretário de Saúde do Distrito Federal, Francisco Araújo Filho, reconheceu a gravidade da situação da pandemia do coronavírus no Distrito Federal e destacou que é necessário haver ação conjunta do Executivo e da população para conter o avanço da pandemia e evitar que o problema se agrave.

“O governo fez e faz muito esforço para fazer a parte dele. Não só com a abertura de leitos, mas com contratação de profissionais, campanhas educativas, organização, toda a parte pedagógica. Mas, o mais importante, agora, é a população fazer a parte dela”, argumentou. Ele defendeu que, mesmo com a reabertura do comércio, os brasilienses precisam manter os cuidados. “Você pode ir ao parque adotando todo o protocolo, você pode ir ao restaurante que está aberto e manter o distanciamento e todos aqueles cuidados que são necessários.”

Em Brasília a curva está se estabilizando, mas ainda com um número alto de casos diários. E, quanto a isso, o secretário disse se preocupar bastante, pois o vírus é um tema novo na sociedade brasileira. “Aqui no Brasil, nós estamos convivendo com isso desde março. São cinco meses. Ainda não temos vacina, medicamento. A gente tem, por amostragem — pela vivência em Amazonas, Pernambuco, Ceará —, que a tendência depois do pico é vir a queda. Então, o caminho é: pico, platô e queda. Pela nossa quantidade de leitos, pela movimentação, pelos dados do complexo regulador, nós vimos que chegamos a um ponto em que subiu bastante (o número de novos casos). Nas duas últimas semanas, não tem subido, houve uma estabilização, mas não tem como não se preocupar. ”, finalizou uma das perguntas para o Jornal Correio Brasiliense, publicada nesta quinta-feira.

Segundo Francisco Aráujo, sua secretaria teve dificuldade em ter acesso aos suprimentos porque nos recursos do Ministério da Saúde existe uma certa dificuldade no pagamento.O que acontece é que não se usa o recurso de uma vez só. Por exemplo, monta-se um hospital de campanha. Inicia-se parte da obra, que é paga mediante medição. Muitas vezes, a obra termina e não se pagou, ainda. Após a obra, contrata-se uma empresa para fazer administração hospitalar. Essa empresa também recebe mediante a prestação do serviço, o atendimento. Até vi na mídia que o dinheiro (recebido do Ministério da Saúde) não foi utilizado, mas não é bem assim… (Informações Agência Correio)

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