“Minha vida aqui é uma desgraça”, diz Bolsona que ainda pretende concorrer à reeleição

Como de costume, o presidente Bolsonaro cospe palavras sem noção das consequências à nível internacional, até porquê, por aqui, quanto mais asneira ele fala, tem um coro gritando “Mito, Mito, Mito”.

“Minha vida aqui é uma desgraça. É problema o tempo todo, não tenho paz para absolutamente nada! Não posso mais tomar um caldo de cana na rua, comer um pastel…”, disse Bolsonaro. O governador no Maranhão, Flávio Dino, viu no pronunciamento de Bolsonaro uma boa oportunidade para lembrar de um possível impeachment dele.

“Sinceramente, acho isso um imenso desrespeito com o povo brasileiro. O chefe da nossa Nação não pode falar assim do cargo que exerce. Além de tudo, isso fere a imagem do nosso país no mundo. Muita irresponsabilidade”, publicou o governador Flávio Dino, em seu twitte, que lembrou também que o “impeachment do presidente da República grita para ser lembrado”.

No mesmo dia, o presidente da língua solta, disparou um contra-ataque ao novo presidente eleito do EUA, Joe Biden.  “Assistimos a um grande candidato a chefia de Estado (Biden) dizendo que, se eu não apagar o fogo da Amazônia, ele vai levantar barreiras comerciais contra o Brasil (…) Apenas na diplomacia não dá (…) Quando acaba a saliva tem que ter pólvora”, disparou Bolsonaro.

Em resposta a fala desajeitada do presidente Bolsonaro, o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman, publicou ontem (10) uma mensagem congratulando o Corpo de Fuzileiros Navais americano pelo aniversário de 245 anos.

“Destacamento de Fuzileiros Navais na Embaixada e nos Consulados dos EUA compartilha uma longa história e uma relação importante e duradoura com a diplomacia que nos permite construir com segurança uma relação bilateral mais forte com o Brasil”, publicou Todd.

Uma das passagens do vídeo publicado pelo embaixador mostra fuzileiros navais americanos perlados à frente do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e marchando na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Ainda no vídeo, Chapman afirma que o Corpo de Fuzileiros Navais mantém homens no Brasil para a proteção das missões diplomáticas dos Estados Unidos.

O vídeo que acompanha a publicação relata que o destacamento é o “maior do mundo” e está “sempre de prontidão para responder de forma rápida, seja por terra, ar ou mar”. E agora, quem tem mais pólvora? Eu hein….

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