“Não vamos chorar o leite derramado”, diz Bolsonaro sobre número de mortos por Covid-19

Em meio ao aumento dos casos e das mortes por covid-19 no país, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (7/4) que não adianta “chorar o leite derramado”. Declaração ocorreu em Foz do Iguaçu, durante cerimônia de posse do novo diretor-geral Brasileiro da Itaipu Binacional, General João Francisco Ferreira.

 “Não vamos chorar o leite derramado. Estamos passando ainda por uma pandemia que, em parte, é usada politicamente. Não para derrotar o vírus, mas para tentar derrubar o presidente. Todos nós somos responsáveis pelo que acontece no Brasil. Em qual país do mundo não morre gente? Infelizmente, morre gente em tudo que é lugar. Queremos é minimizar esse problema”, apontou.

O chefe do Executivo ainda voltou a defender o tratamento off label do que chama de “tratamento precoce”. Ele relatou fala em Chapecó, por onde passou mais cedo. “Há pouco falei em Chapecó, defendi o direito do médico em, não havendo medicamento específico, que use aquilo que acham que devem usar. O tratamento off label. A imprensa me massacrou dizendo que defendi medicamentos não previstos. O que eu defendi e defendo é o médico na ponta da linha receitar aquilo que ele achar mais conveniente em comum acordo com o paciente”, justificou.

Remédio

Bolsonaro ainda se disse surpreso com o empenho da mídia a respeito de informações e cobranças por vacinas e disse acreditar que em breve surgirá um remédio contra o vírus. “Tenho certeza que brevemente será apresentado ao mundo um remédio para a cura da covid. Porque a gente fica assustado, prezada imprensa brasileira, tanta eficiência, né, tanto foco apenas na vacina de U$ 10, 20 dólares a unidade”, continuou.

O mandatário completou dizendo que o governo quer vacina, desde que aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas que é necessário preservar o direito do médico em receitar os medicamentos já defendidos por ele como cloroquina, ivermectina e nitazoxanida.

“Queremos a vacina, passando pela Anvisa? Sim. Mas também buscar o remédio para sua cura e não demonizar qualquer outro medicamento que o médico receite na ponta da linha”, destacou.

Conselho de Ética arquiva processo contra Eduardo Bolsonaro por declaração sobre novo AI-5

30/10/2019. Crédito Lula Marques/fotospublicas. Deputado Eduardo Bolsonaro (PSL).

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados decidiu nesta quinta-feira (8/4) arquivar o processo contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, depois que o parlamentar defendeu em uma entrevista, em 2019, a possibilidade de um novo Ato Institucional número 5 (AI-5), de 1968, o mais duro do período da Ditadura Militar. O ato dava plenos poderes ao presidente, na época general Arthur da Costa e Silva, e com ele, por exemplo, o Congresso Nacional foi fechado.

Foram 12 votos a favor de Eduardo, pelo arquivamento do processo, e cinco contra. A abertura do processo foi solicitada pelos partidos de oposição Rede Sustentabilidade, PSOL, PT e PCdoB, que apontavam que o deputado havia cometido quebra de decoro parlamentar, além de ter atentado contra a democracia.

Os parlamentares que votaram contra o 03 do presidente Bolsonaro foram: Célio Moura (PT-TO), Delegado Waldir (PSL-GO), ex-aliado do presidente, Fernanda Melchionna (PSOL-RS), Paulo Guedes (PT-MG) e Júlio Delgado (PSB-MG). Já quem votou a favor do parlamentar foram: Cezinha Madureira (PSD-SP), Eduardo Costa (PTB-PA), Flávio Nogueira (PDT-PI), Fabio Schiochet (PSL-SC), Hiran Gonçalves (PP-RR), Hugo Leal (PSD-RJ), Igor Timo (Pode-MG), Pinheirinho (PP-MG), Luiz Carlos Motta (PL-SP) Luiz Carlos (PSDB-AP), Mauro Lopes (MDB-MG) e Tiago Mitraud (Novo-MG)

Relator do processo, Igor Timo afirmou que se a Comissão punisse Eduardo estaria praticando censura, recomendando o arquivamento do caso, sob a justificativa de que o trabalho do parlamentar permite que ele se manifeste politicamente. Eduardo se defendeu dizendo que as falas foram feitas durante uma entrevista e, ainda, que está sendo vítima de calúnia quando parlamentares o acusam de fazer campanha, segundo ele, pelo fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Congresso. “É mentira”, disse.

A oposição, por outro lado, questionou a recomendação. O deputado Paulo Guedes (PT-MG) afirmou que ao defender o AI-5, Eduardo foi contra o seu próprio mandato. A deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) afirmou que iria pedir um recurso contra a decisão, ressaltando que estavam pedindo apenas que o deputado fosse investigado, e não cassado. “Não defendemos a impunidade parlamentar”, disse.

A parlamentar também pediu a suspeição do relator alegando que ele possui relação com a família Bolsonaro. Em junho do ano passado, Igor Timo divulgou um vídeo ao lado do presidente Jair Bolsonaro no qual o deputado pela liberação de verbas ao seu estado no valor de R$2,9 bilhões para o enfrentamento da pandemia do coronavírus. O deputado, por sua vez, justificou que estava apenas informando a população sobre os recursos disponibilizados.

O caso em questão se refere a uma entrevista concedida por Eduardo Bolsonaro em outubro de 2019. Na ocasião, ele afirmou: “Se a esquerda radicalizar a esse ponto, a gente vai precisar ter uma resposta. E uma resposta pode ser via um novo AI-5, pode ser via uma legislação aprovada através de um plebiscito, como ocorreu na Itália. Alguma resposta vai ter que ser dada”.

O parlamentar falava sobre manifestações que tomavam as ruas do Chile na época, e não havia sido a primeira declaração do tipo. Em discurso no plenário da Câmara, ele havia afirmado que a história poderia se repetir caso manifestações como as chilenas ocorressem no Brasil.

“Eles vão querer repetir no Brasil o que está acontecendo no Chile. (…) Não vamos deixar isso aí vir para cá. Se vier para cá, vai ter que se ver com a polícia. E, se eles começarem a radicalizar do lado de lá, a gente vai ver a história se repetir. Aí é que eu quero ver como a banda vai tocar”, discursou.

Assembleia aprova Auxílio-combustível e outras ações de combate à pandemia no Maranhão

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), destacou a aprovação, na sessão plenária remota desta terça-feira (6), de mais projetos voltados ao enfrentamento da pandemia da Covid-19 no Estado, entre eles, a Medida Provisória 345/2021, de autoria do Poder Executivo, que autoriza a concessão de auxílio-combustível aos taxistas, mototaxistas e motoristas de aplicativos, bem como aos setores de turismo e eventos.

A MP, que segue para promulgação, também reduz a carga tributária para o seguimento de bares, restaurantes e similares, além de instituir o programa social ‘Vale-Gás’, também visando ao enfrentamento das adversidades decorrentes da pandemia.

“Na sessão remota de hoje, aprovamos vários projetos importantes para o Maranhão. Destaco a medida provisória encaminhada pelo Poder Executivo, hoje convertida em lei, que cria auxílios emergenciais, como o auxílio-combustível para taxistas, mototaxistas e motoristas de aplicativos, assim como o benefício para os profissionais das áreas de turismo e eventos. Uma medida provisória importante neste momento de dificuldade pela qual passam, em especial, esses setores”, disse Othelino.

Calamidade Pública

O chefe do Legislativo falou, também, sobre a aprovação do Projeto de Decreto Legislativo 001/2021, oriundo do Parecer nº 165/21, de autoria da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), que aprova o pedido de reconhecimento do estado de calamidade pública no Maranhão. “Na prática, o decreto permite que o Governo do Estado possa fazer as contratações e adquirir serviços de maneira mais rápida e, assim, combater com mais rapidez e eficiência a pandemia da Covid-19”, explicou.

Foram aprovados, ainda, outros cinco projetos de decretos legislativos, também com pedidos de reconhecimento de estado de calamidade pública nos municípios de Balsas, Pinheiro, Cândido Mendes, São Domingos do Maranhão e Lago da Pedra.

Othelino Neto destacou também a apreciação e aprovação, na sessão remota, das prestações de contas do Governo do Estado relativas aos exercícios financeiros dos anos de 2015, 2016 e 2017, além do Projeto de Lei 147/2021, de autoria do Poder Executivo, que autoriza o Estado a contratar operação de crédito junto ao Banco de Brasília (BRB) até o valor de R$ 180.000.000,00 para a execução do programa ‘Maranhão Forte’.

“Apreciamos e aprovamos a autorização para que o Governo do Estado possa contrair empréstimo junto ao Banco de Brasília, que vai permitir o financiamento de projetos importantes, dentre os quais a construção de uma ponte sobre o Rio Preguiças, em Barreirinhas, e outras intervenções estruturantes essenciais para outras regiões do Maranhão”, concluiu o presidente da Assembleia.(Agência Assembleia)

Lotéricas, supermercados e pagamento do auxílio emergencial terão flexibilidade de horário

A Portaria nº 63/2021, que altera, de forma excepcional, o horário de funcionamento de supermercados, mercados, quitandas e congêneres na Ilha de São Luís, até o dia 11 de abril. De acordo com a portaria, o novo horário de funcionamento permitido será das 6h (abertura) até às 0h (fechamento), desde que respeitadas as normas sanitárias em vigor.

Agora, o horário de atendimento inicia às 8h – a medida entrou em vigor hoje (6), válida para todo o Maranhão -, garantindo a diminuição do fluxo de pessoas nas agências e loterias. A flexibilização do horário de funcionamento foi solicitada em virtude do Auxílio Emergencial 2021, cujo pagamento da 1ª parcela começou nesta terça-feira e, também, das folhas de pagamentos municipais e estaduais e o pagamento do 13º salário.

A Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Energia (Seinc) já solicitou, via ofício, à Caixa Econômica Federal, a flexibilização do horário de funcionamento de agências e lotéricas, em razão do pagamento do auxílio emergencial

“Dialogando com a classe empresarial e o povo, nós fizemos esta alteração com o intuito de dar maior flexibilidade aos estabelecimentos e mais horários à população para que não haja aglomeração nem tumultos.”, acrescentou o secretário da Seinc, Simplício Araújo.

‘Bolsonaro é ameaça para Brasil e mundo’, diz jornal britânico The Guardian

O jornal britânico The Guardian publicou, ontem (5/4), um editorial analisando o presidente Jair Bolsonaro. Com o título “A visão do The Guardian sobre Jair Bolsonaro: um perigo para o Brasil e para o mundo”, o artigo pontua ações do governo brasileiro durante a pandemia da COVID-19, o desmatamento da Floresta Amazônica e as eleições de 2022.

O jornal abre o editorial afirmando que as perspectivas da vitória de Bolsonaro nas eleição presidenciais de 2018 eram assustadoras, em razão do histórico machista, de destratar gays e minorias, e por elogiar o autoritarismo e a tortura. “O pesadelo se revelou ainda pior na realidade”, escreve o The Guardian.

“Ele não só usou uma lei de segurança nacional da época da ditadura para perseguir os críticos e supervisionou o aumento do desmatamento na Amazônia em 12 anos, mas também permitiu que o coronavírus se alastrasse sem controle, atacando as restrições de distanciamento, máscaras e vacinas”, pontua.

Conforme pesquisa do DataFolha, divulgada na última quarta-feira (31/3), 59% dos eleitores brasileiros rejeitam o Bolsonaro. O artigo analisa que o atual presidente está se preparando para resultados desfavoráveis nas eleições do ano que vem.

“Na semana passada, ele demitiu o ministro da Defesa, um general aposentado e amigo de longa data que, no entanto, parece ter criticado as tentativas de Bolsonaro de usar as forças armadas como ferramenta política pessoal. Os comandantes do Exército, da Marinha e da Força Aérea também foram demitidos – supostamente quando estavam prestes a renunciar”, afirma o editorial.

O jornal completa que o estopim para as demissões foi o retorno do ex-presidente de esquerda Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à cena política. Após a anulação das condenações criminais, Lula poderá concorrer novamente à presidência no ano que vem. “Os ataques injuriosos de Lula ao presidente são amplamente vistos como o prenúncio de uma nova candidatura ao poder de um político carismático que continua muito popular em alguns setores”, escreve o The Guardian.

Othelino reforça importância do Estado Democrático de Direito ao lembrar Golpe de 64

Em vídeo publicado nas suas redes sociais, o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), lembrou a passagem dos 57 anos do Golpe Militar de 1964, neste 31 de março. O chefe do Legislativo destacou que esta é uma data que não deve ser celebrada, mas precisa ficar registrada na história para que nunca mais se repita.

Othelino disse que o golpe militar de 1964 foi um triste período da história do Brasil, que se estendeu por 21 anos, em que as pessoas perderam a liberdade de expressão, a possibilidade de escolher os seus governantes e o país viveu um lamentável regime de exceção.

“Com o acirramento do regime militar e dos atos institucionais que foram se sucedendo, pessoas foram mortas, outras exiladas e famílias foram dilaceradas. Nós perdemos o nosso direito de ir e vir e de pensar diferente”, lembrou o parlamentar.

Othelino pontuou ainda que, infelizmente, algumas pessoas que ocupam posições de destaque na nação insistem em fazer insinuações a regimes de exceção e, por isso, é preciso que todos estejam mobilizados para a defesa da democracia.

“É necessário que todos estejamos mobilizados, independente de sermos de esquerda, centro ou direita, pois o que se está discutindo é a democracia, a preservação do Estado Democrático de Direito, que é um valor que todos os brasileiros e brasileiras de bem devem tratar como algo que não pode ser questionado. Vamos continuar juntos, lutando pela democracia, pelas liberdades e todos com uma única frase: Ditadura nunca mais!”, finalizou Othelino Neto.

Vereador Batista Matos morre por complicações da Covid-19

O vice-líder do Governo na Câmara Municipal de São Luís, O vereador João Batista Matos, faleceu nesta quarta (31), por complicações decorridas da Covid-19. O parlamentar estava internado desde o dia 15 de março. Na semana passada, após o agravamento do quadro, Batista foi entubado e conduzido à UTI.

João Batista Matos Viana Pereira era jornalista formado em Rádio e TV pela Universidade Federal do Maranhão, trabalhou nos principais jornais de São Luís, O Imparcial e O Estado do Maranhão, e também na rádio, Mirante AM.

Quando ainda frequentava as redações do jornal O imparcial, em 2004, Batista ingressou na política, candidatando-se a vereador de São Luís. Várias foram as tentativas para conseguir se eleger, quatro eleições seguintes (2008, 2012, 2016 e 2020), mais precisamente. A partir de 2011 ocupou cargo de suplência que garantiram o exercício do mandato em algumas ocasiões.

Além de vereador, Batista ocupou o cargo de secretário adjunto de esporte do ex-prefeito João Castelo e de secretário de comunicação da Prefeitura de São Luís na gestão do ex-prefeito Edivaldo Holanda. Contudo, foi apenas em 2020 que Batista Matos conseguiu ser eleito pela primeira vez ao cargo de vereador, com uma votação bastante expressiva.

Sempre foi um parlamentar atuante na Câmara de Vereadores, mesmo quando era apenas suplente. Neste início de mandato, João Batista estava com um gás contagiante de quem lutou para estar naquele lugar e disposto a dar tudo de si para realizar um grande mandato. Mas, infelizmente, quatro meses após ser eleito, o parlamentar teve sua carreira política interrompida pela Covid-19. João Batista tinha 46 anos, natural de São Luís, deixa a esposa Liana Ramalho e os filhos Samuel e Daniel Matos.

ALEMA prorroga suspensão de atividades presenciais até 26 de março

Por meio da Resolução Administrativa 325/21, publicada nesta sexta-feira (19), o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), prorrogou, até dia 26 de março, a suspensão temporária de todas as atividades presenciais da Casa, incluindo as sessões ordinárias e extraordinárias que serão realizadas apenas na forma remota.

“Seguiremos a mesma linha do Governo do Estado, que, mais uma vez, prorrogou o decreto, mantendo apenas os serviços essenciais. Este é o melhor caminho para todos nós, servidores e sociedade em geral, para que possamos preservar nossa saúde, nesse momento em que a infecção ainda está em alta. Fica nosso apelo para que as pessoas mantenham o distanciamento e usem a máscara“, disse Othelino Neto.

Ainda, de acordo com a Resolução, poderão funcionar, na forma presencial, apenas os serviços essenciais para o funcionamento e manutenção do Parlamento e a realização das sessões remotas será com um número reduzido de servidores, conforme determinação dos respectivos diretores.

A escala de servidores deverá ser encaminhada ao Gabinete Militar, setor responsável pelo acesso às dependências do Palácio Manuel Beckman.

A Assembleia Legislativa tem seguido as determinações do Executivo e órgãos de saúde desde o primeiro decreto estadual com as novas restrições, por conta do aumento de casos da COVID no Maranhão e a lotação de leitos nos hospitais públicos e particulares. (informações: Agência Assembleia)

Novas medidas restritivas são anunciadas por Flávio Dino e ficam até o dia 28 de março

As medidas como suspensão do funcionamento de bares e restaurantes; delivery até 23h; comércio das 9h às 21h; suspensão das aulas presenciais nas escolas públicas e privadas; missas e cultos religiosas com 30% de ocupação, com seguimento das normas sanitárias, anunciadas no último decreto pelo governador Flávio Dino permanecem em vigor, segundo anuncio em coletiva desta sexta-feira.  

Será antecipado o feriado da Adesão do Maranhão à Independência do Brasil – 28 de julho – passando para a sexta-feira, 26 de março. Com a antecipação, a última semana do mês será um feriado prolongado. A medida é para frear o fluxo de pessoas nas ruas, reduzindo as chances de contágio pelo novo coronavírus. As restrições ficam em vigor até dia 28 de março.

O que mudou nestas novas medidas anunciado por Flávio Dino é que, somente Ilha de São Luís, as academias e os supermercados com capacidade de 50%. No caso dos supermercados, será permitido somente uma pessoa por família.

Sobre o presidente Jair Bolsonaro entrar com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para barrar os decretos dos governadores, Flávio Dino comentou: “Tenho certeza que nem o Congresso, nem o Superior Tribunal Federal irão corroborar com isso. Lamento muito que, em momento de tanto clamor nos hospitais, haja esse tipo de iniciativa. Pedimos, que, em vez de ser amigo do coronavírus, o presidente seja amigo da população e ajude a combater essa doença”, enfatizou Flávio Dino.

Resumo das novas restrições:

• Aquisição de 4,582 milhões de doses de vacina Sputnik V.

• Regime vigente prorrogado até 28/03.

• Todo o Maranhão: antecipação do feriado de de 28/07 para 26/03.

• Todo o Maranhão: suspensão de atividades não-essenciais nos dias 27 e 28/03. 

• Todo o Maranhão: suspensão das cirurgias eletivas na rede privada a partir de segunda-feira (22).

• Somente Ilha de São Luís: Bares e restaurantes continuam sem funcionar

• Somente Ilha de São Luís: Construção Civil das 7h às 16h.

• Somente Ilha de São Luís: Academias com capacidade de 50%.

• Somente Ilha de São Luís: Supermercados com capacidade de 50%, com uma pessoa por família.

O tempo proverá….

“Meu amigo e minha amiga, não se preocupe com o coronavírus. Porque essa é a tática, ou mais uma tática, de Satanás. Satanás trabalha com o medo, o pavor.”, declaração do líder da Igreja Universal e dono da TV Record, bispo Edir Macedo, 76 anos, em março do ano passado quando se falava de medidas restritivas de suspensão temporária de cultos religiosos para conter a pandemia.

O satanás deve está apavorando Edir Macedo! Ontem, fora do país, ele recebeu a vacina contra o covid-19. O religioso e a mulher, Ester Bezerra, 72, foram imunizados em Miami, nos Estados Unidos. “Conforme prometido aí vão as provas da nossa vacinação contra o covid”, escreveu Edir Macedo ao compartilhado a foto em sua rede social.

Um vídeo de Edir Macedo minimizando a pandemia e o coronavírus ganhou repercussão no ano passado, pois bispo declarou que não é necessário ter preocupação com o coronavírus. Disse também que “qualquer ventinho que tiver é uma pneumonia”. As falas se colocavam contra as medidas restritivas de suspensão temporária de cultos religiosos naquele período mais crítico da contaminação.